Encontro Musical
O Encontro Musical desse ano foi muito bom!! Está ficando a cada ano melhor e esse ano teve um fluxo de caixa muito positivo! A galera do
DepCult é muito foda!
R$3000,00 Stipendium Verlieren
Ich habe ein Stipendium von R$3000 verloren... Das wäre von der Unternehmen Tenaris-Confab und man würde R$1000 pro Monat (für Studenten, die im letzten Jahr von ITA, Poli und UnESP wären) verdienen, um nichts zu machen... Aber am Ende haben sie keine Letztes-Jahre Studenten genohmen. Vieleicht waren alle und ich schlecht im Interview, aber es ist auch möglich, dass sie von letztem Jahr aufgegeben haben. Sie haben dann das Stipendium nur für 7 4.Jahren und 8 3.Jahren Studenten gegeben.
O Homem-Árvore
Na frente do CTA mora um mendigo. Sempre que passo correndo por lá, para ir à Ginástica Olímpica, ele está parado em pé e imóvel junto às árvores da praça, praticamente como se fosse mais uma delas. Sempre me pergunto o que passa pela cabeça dele...
Por um Sentido na Vida (Redação para Aula)
Para o homem religioso, os dogmas, mandamentos e crenças impostos lhe conferiam sentido à vida, livrando-o da angústia da escolha. Para o homem contemporâneo, no entanto, para o qual deus está morto, a vida sob as sombras ilusórias dos dogmas e crenças não é mais satisfatória. O homem se torna cego relativamente a essas ilusões, dá conta da sua liberdade e passa a se perguntar sobre o sentido da vida. Ele precisa aprender a viver novamente, como os cegos do “Ensaio sobre a Cegueira” de Saramago.
De início, nessa primeira liberdade, em que se é livre da religião, os homens tendem a buscar a satisfação de todos os seus desejos, sem mais se sentirem restritos pelo bem ou pelo mal. Sucumbem ao canto das sereias, como alguns dos viajantes companheiros de Ulisses, do épico de Homero..
Alguns, como Ulisses, percebem que a satisfação imediata dos desejos enfrenta o sério problema da insaciabilidade dos desejos, que também aprisiona e aniquila a individualidade. Parece ser preciso conquistar uma segunda liberdade, aquela em que se é livre de si mesmo, dos próprios desejos, para descobrir ou inventar um sentido para a vida.
Após a constatação da necessidade dessa segunda liberdade, há uma tendência a um refluxo da superação do bem e do mal. O homem, que havia superado a imposição de um sistema de valores dogmáticos, passa a querer conceber seu próprio sistema de valoração do que é certo e errado ou tenta descobrir um sistema que julga absoluto, universal e racional. Ele busca uma auto-imposição que interdite seus desejos. Na ética de Kant, por exemplo, se verifica no imperativo categórico essa necessidade de autonomia do sujeito, a qual fica também bem representada quando Ulisses pede para ser amarrado ao mastro para interditar seu desejo de ir de encontro às Sereias ou quando os cegos de Saramago precisam reaprender autonomamente a viver.
Esse refluxo de auto-imposição de valores e interdição de desejos, no entanto, não deixa de ser um desejo do indíviduo de inventar novas sombras ilusórias para se confortar. A interdição de desejos também é um desejo e esse paradoxo mostra a inconveniência de se querer a interdição. Alguns poucos seres humanos percebem esse paradoxo, não conseguem se iludir ou são fortes demais para se deixar limitar por auto-imposições. É talvez o caso, por exemplo, de Buda, que renunciou à sua vida de ascetismo e interdição para supostamente atingir o Nirvana, ou do conceito de Übermensch de Nietzsche. Esses poucos são fortes o suficiente para viver sem convicções sobre o sentido da vida e sem divisões bipolares que limitam a unidade ilimitada de seus potenciais.
A intransferível tarefa do homem de dar sentido à vida talvez seja fútil. Talvez a tarefa mais relevante seja perceber e superar o desejo de dar um sentido que não existe.
Autonomia na Ética (Redação para Aula)
O texto do professor Renato Janine Ribeiro comenta o livro “Os Dez Mandamentos da Ética”, de Gabriel Chalita, levantando a interessante e paradoxal questão da autonomia do indivíduo em decisões éticas. Ações heterônomas desses indivíduos, decorrentes da aplicação automática dos mandamentos desse livro, assim como de qualquer outro código de ética, possuiriam valor ético?
Com notável influência kantiana, o professor Ribeiro procura responder que apenas as ações decorrentes de uma reflexão autônoma não-imposta sobre o bem e o mal, sobre o certo e o errado, têm valor. Não basta que uma ação esteja em conformidade com o dever; para ser considerada boa, ela precisa ter sido feita por dever. Sua predileção pela exclusividade da autonomia na ética parece ter estreita relação com outro conceito por ele apresentado: a opacidade do mundo.
A complexidade e o caos do mundo contemporâneo torna difícil para um indivíduo a previsão das conseqüências de suas ações. O futuro é portanto opaco. Isso torna indesejáveis avaliações éticas baseadas em resultados, sendo preferível avaliar uma ação por sua intenção. Como uma ação heterônoma é imposta e portanto desprovida de intenção, não poderia ter valor ético. Decorre então da opacidade que a autonomia seria necessária à Ética.
No entanto, a autonomia também possui alguns inconvenientes práticos. Como as pessoas possuem culturas, ambientes e origens diferentes, suas reflexões provavelmente resultarão, por exemplo, em diferentes valores éticos para uma mesma ação. Não há garantia, portanto, que um grupo de pessoas refletindo autonomamente atinja um sistema único de valores, o qual seria útil para que o grupo convivesse em harmonia. A falta de imposição de uma conduta também condena as pessoas à uma liberdade de escolha que provoca uma angústia que nem sempre é suportada.
Há ainda uma dificuldade de se avaliar uma ação simplesmente pela sua intenção, que advém da impossibilidade de se conhecer as reais intenções de uma pessoa ou mesmo de si próprio, uma vez que os seres humanos são bastante competentes em interpretar fatos e ações da maneira mais lhes convém, enganando-se e criando suas próprias sombras pra tentar tornar suas cavernas platônicas mais confortáveis.
A questão da imposição de um código ético se apresenta então como um dilema, uma vez que tanto a imposição quanto a autonomia do indivíduo apresentam inconvenientes que tornam difícil a escolha. Uma possibilidade de solução para o dilema seria o estabelecimento de escopos de validade para códigos impostos, o que garante a autonomia do indivíduo fora do escopo, ou a elaboração de códigos flexíveis, que permitam a autonomia limitada por restrições.
Uma segunda possibilidade de solução advém da constatação de que toda a discussão para definir as ações como boas ou ruins advém do desejo do ser humano de se sentir bom e poderoso. Uma vez superado esse desejo, o ser humano estaria forte o suficiente para viver uma existência unificada: não bipolarmente dividida entre bem e mal, mas sim além destes.
O que nos faz Humanos
Ao longo do tempo sempre quisemos encontrar caracteristicas que diferenciassem os seres humanos de outros seres.
No comeco, inventamos que eramos feitos a imagem de um Deus. Depois pensamos que so nos eramos inteligentes ou conscientes...
Atualmente, parece que a moda e pensar que apenas nos teriamos a capacidade de interditar desejos, o que e claramente um erro. Basta observarmos, por exemplo, a capacidade de nossos animais de estimacao de interditar seus desejos de defecar dentro de casa apos serem punidos algumas vezes. Nos tambem aprendemos a nos interditar por reforco e punicao, embora estes possam ser mais complexos que os dos animais.
Society and Self
Sometimes I see society as a force that divides and conquers our selves. It wants us to fit in predetermined models, carreers, styles, groups and psychological types... It divides our time into infinetely many responsabilities and predefined desires, so we lose control and awareness. We lose our freedom, it conquers and limits us.
I hope I can still resist for a long time and maintain the unity of my thus unlimited self...
Contemporary Art Exibition
Saturday was the opening of the Salao de Arte Contemporanea de Piracicaba, the last art expo my mother will be organizing, because she is happily retiring.
Specially interesting was a work with a camera and a television, which recreated a kind of infinetely repeating mirror images with weird properties... I will try to post a photo of it here soon.
The End of Desafio SEBRAE
The management competition
Desafio SEBRAE ended last week... my team lost... The second phase of the competition had only 5 rounds, certainly not enough for long-term strategies to have effect. Why invest in Research, Quality and other long-term stuff, if the game will end so soon? The winner teams were those who invested almost nothing and practiced price-war...
If you want to evaluate the management skills of a team, you need to see how it adapts its strategy and tactics with the circumstances. And with only 5 rounds, there´s simply no time to adapt. It's only a matter of being lucky and guessing a good strategy for an unknown situation in the begining.
Another serious fault of the competition is to compare the performance of teams which were in different competition groups, and thus in different situations. This is total nonsense, specially because the market is clearly oligopolized, thus making the performance of a team greatly dependent on the decisions of other teams in its group.
I'm angry for losing so much time. The only benefit was practicing a bit concepts like cashflow, profitability, balance...
MindWalk
In the last ethics class, we watched the movie
MindWalk (
Ponto de Mutação, in portuguese). The movie is a very great and long talk among a poet, a physicist and a candidate to US presidency, with a very broad range os subjects discussed. Although some of their arguments are not completely logical or consistent, they are certainly useful to make us think extraordinarily...
How to Lie to Yourself
If one lies too much to other people, one may start lying to himself and believing in the lies.