O Bem-te-vi e a Morte
Quarta-feira de manhã, passei ao lado da quadra de futebol e vi um bem-te-vi parado no chão. Tentei pegá-lo e ele não voava, apenas pulava. À tarde passei lá de novo e ele não mais pulava. Trouxe-o para o apê e o Cassiano e o Alexandre compraram comida e deram água. Quando acordei na manhã do dia seguinte, o bem-te-vi estava morto.
Se algum dia eu morrer, quero que não seja de forma rápida e insconsciente, mas sim com tempo suficiente para eu ter plena consciência e total aproveitamento do processo...
Mas eu não vou morrer.