Theurge: Lua Crescente
Nasci numa lua crescente crescente e isso me faz, pela mitologia de
Wherewolf: The Apocalypse, um Theurge.
Apesar de não ser muito favorável ao misticismo. O augúrio Theurge possui uma grande afinidade com a minha personalidade e por isso transcrevo um trecho do livro
Werewolf abaixo:
A Lua Crescente brilha como uma lâmina. À sua luz, o Theurge, o vidente dos Garous, faz sua paz com o mundo espiritual. Não há outro Garou que conheça uma sintonia maior com a Umbra. Nenhum outro Augúrio compartilha sua compreensão pelas trilhas e perigos dos Reinos Espirituais.
Os Theurges são guias tribais. À luz pálida de Luna, os Theurges espiam a escuridão dos mistérios interiores e exteriores. A irmã de Gaia os conduz através de jornadas místicas que poucos outros Garous poderiam seguir. Como os xamãs humanos das culturas indígenas, os lobisomens Theurges são reservados e misteriosos, tocados e segregados pelo conhecimento que adquiriram.
Os theurges costumam conviver mais frequentemente apenas entre seus iguais, murmurando para os espíritos, com pouco tempo para atividades mundanas. Esses videntes são os planejadores, pensadores, sacerdotes e visionários. Seus dons refletem uma compreensão profunda do mundo espiritual e do eu interior. Eles podem canalizar, curar ou ferir com a mesma graça. Sem eles, a tribo pode perambular sem destino até que a Wyrm os engula a todos. Seus colegas de matilha sabem disso, mas se mantém afastados. Quem sabe quando os conhecimentos sobrenaturais dos sábios poderão ser voltados contra eles?
Os espíritos deixaram sua marca nos Theurges. Eles são
tocados e mais do que um pouco esquisitos. Seu conhecimento é igualmente uma benção e uma maldição.