Cosmogonias
Há alguns dias descobri um arquivo interessante no meu Comp, o qual devo ter escrito antes do ano de 2000 e cujo tema é Metafísika e Cosmogonias.
Reproduzo-o então abaixo:
Kual a origem e o que é o Universo? Por que as leis da físika são como são? Elas sempre serão assim? Kual o mistério envolvido na nossa consciencia?
Acabei desenvolvendo várias teorias metafísikas sobre isso e a verdade é que ainda não consegui me convencer de nenhuma delas e até mesmo acho que isso provavelmente nunca ocorrerá, pois a minha percepção da realidade é inevitavelmente limitada(Como deve ser a de todos nós). Acho que penso nessas coisas mais como uma espécie de Hobby, para liberar um pouco de criatividade: criar universos interessantes, mas sem nenhum compromisso com a “realidade” objetiva, se é que existe alguma...
De kualker forma, não sei porque, nunca gostei das idéias que envolviam a existência de um Deus que explicasse tudo, embora alguns universos politeístas sejam bem legais. A maioria das minhas idéias, portanto, não contêm Deuses...
Sobre as leis da físika:
“Imagine que o mundo seja algo como uma gigantesca partida de xadrez sendo disputada pelos deuses, e que nós fazemos parte da audiência. Não sabemos quais são as regras do jogo; podemos apenas observar seu desenrolar . Em princípio, se observarmos por tempo suficiente, iremos descobrir algumas das regras. As regras do jogo é o que chamamos de física fundamental.” – Richard Feynman
Por que elas são como são? Respostas para esta pergunta sempre geram cada vez mais dúvidas e isso é um sako! Talvez uma consequencia de não conseguirmos fazer uma análise realmente objetiva do nosso universo...
Um cartaz num instituto de matemática na Noruega(Se não estou enganado) expressava bem isso: “Nào conseguimos resolver todos os nossos problemas. Os que resolvemos só nos levam a formular novas perguntas. De certa forma, estamos tão confusos quanto antes, mas acreditamos que agora estamos confusos num nível mais elevado e sobre coisas mais importantes...”
Com relação a outra pergunta - Elas serão sempre assim? – Pense na vida de um inseto que vive apenas 3 dias e que ,por acaso, nasceu bem numa semana que não parou de chover. Que conclusões ele tirará? Que, em seu universo, sempre chove...
E quem garante que a civilização humana também não está vivendo numa época tempestuosa? Mas de qualquer forma não temos outra opção se não estudarmos o mundo como ele é hoje...
Sobre a Consciência:
Esse é outro ponto em que gosto de pensar. Nós somos realmente conscientes? E Qual seria a relação entre ela e a realidade exterior? As coisas começam a ficar complicadas aqui, pois começam a envolver relações entre o corpo, a mente e a alma, se estes existirem...
A alternativa que me parece mais lógika é que não existe nem mente nem alma, o que quer que eles sejam, mas apenas reaçoes determinísticas. Isso vai contra a sensação que temos todos os dias - de que somos conscientes – e isso é estranho. Sem falar que daí fica mais difícil ainda tentar propor respostas para o porquê de tudo estar acontecendo.... Hum.
No fim das contas, acredito que o método científico é o caminho para, por alguma ventura ou desventura, chegarmos mais perto da verdade. Pois afinal, se não acreditarmos no que vemos, então em que vamos acreditar? Talvez voce tenha respondido “na Intuição”, como me passou pela cabeça agora, mas talvez ela também seja influenciada pela nossa visão polarizada e limitada dos nossos arredores...
Abaixo vão então algumas idéias gerais que eu já tive(Ou melhor, que eu já criei a partir de outras idéias que eu já li...). Enjoy!
“Quem me dera, ao menos uma vez, acreditar por um instante em tudo o que existe...” – Renato Russo
Multiverso do Pensamento
Nesta idéia, a única coisa que existe é a mente, o pensamento, num infinito processo criativo que gera as diversas realidades, ou universos do multiverso(Conjunto de universos).
Tudo o que é pensado se transforma em uma nova “dimensão” paralela. Dentro dela, seus “habitantes” também pensam em novos mundos que se tornam novas “dimensoes”, onde existem novos habitantes e mais outras dimensoes.... Ok, ok. Isso gera uma certa relação de subordinação interessante entre as dimensões e nos leva a perguntar qual teria sido a primeira realidade. Como só me propus a por as idéias gerais aqui, não vou ficar analisando as diversas respostas possíveis(Os limites da possibilidade e da impossiblidade também são frágeis demais) para esta pergunta.
Neste “multiverso”, o legal é que ,em cada realidade, as leis físikas só dependem dos caprichos da pessoa que a imaginou! Dessa forma, parece que quanto mais em baixo nas relaçoes de subordinação, mais criativa e bizarra tende a ser a dimensão! (Já pensou como nosso mundo é meio bizarro?)
Uma outra questão em que eu não vou sugerir respostas sobre esse modelo é a seguinte: é possível modificar sua própria realidade através do pensamento?(Isso teria a ver com psiquismo...)
Então, da próxima vez, pense bastante antes de sair por aí imaginando coisas. Sua imaginação pode ser mais real do que você imagina....
Universo da Matéria
Esta idéia talvez seja bem menos “poética” do que a de cima. A proposta aqui é que só existe a matéria, com suas partículas fundamentais(ou não). E mesmo a “energia”(Seja lá o que for, que eu nunca consegui compreender) é uma forma de matéria.
Talvez a idéia aqui seja justamente oposta à de cima(Embora a própria noção de oposto seja discutível... J), pois é uma negação completa da consciência(Alma, mente...). Não passamos de átomos, ou algo do tipo, e nossas reações e falso “livre-arbítrio” não passam de relações de causa e efeito predeterminadas...
Como na idéia de Laplace(e da maioria do pessoal da época dele), se alguém soubesse a posição de todos os “atomos” e as leis que regem seu comportamento, poderia reconstruir toda a história e prever todo o futuro. É claro que isso envolveria uma discussão sobre a própria natureza do Tempo(Aliás, essa é uma questão interessante em todas as idéias de universo).
Universo do Acordo
Neste, também a consciência é a única coisa que existe. A diferença é que não existem múltiplos universos, mas apenas um.
É como se a realidade fosse um jogo, em que nossas mentes subconscientes concordaram em participar, obedecendo as leis físikas que conhecemos...
Universo da Realidade Virtual
Esta idéia não se trata realmente de uma cosmogonia, modelo de universo, pois ele pressupõe a existencia de um outro universo que criou o nosso(através, eventualmente, de tecnologia ou métodos mais arkanos)
Segundo essa idéia, estamos todos numa espécie de realidade virtual, enquanto nossos verdadeiros corpos estão em um outro “lugar”.
O filme “Matrix” desenvolve muito bem essa idéia(muito legal o filme...), dizendo que a realidade que conhecemos não passa de impulsos nervosos provocados por computadores plugados em nossas cabeças.
É claro que existem outras opções não tecnólogicas que se enquadram nesta categoria. Tudo poderia ser apenas um longo sonho...
Universo do Vazio
Aqui, tudo o que existe é o vazio. As diversas manifestações de tudo nada mais são que o nada visto de vários pontos de vista...
Essa idéia decorre, em parte, da tentativa de definir todas as coisas existentes, principalmente aquelas que usamos para definir outras e que não nos perguntamos o que elas são...
Pryio
E se eu fosse um Bastet (Werecat), meu Pryio seria Twilight:
In twilight, shadows come, obscuring the obvious and turning it to muted shades. The cat who tends toward Twilight has skill for mysteries and a half-sight that stimulates her search for magic. Things are never cut-and-dry for her, but can be seen and argued from either side. Twilight Bastets are often detectives, lawyers, spies and mystics; they search for hidden meanings and keep their feelings reserved. Conversely, they may be romantics, reporters, artists and thrill seekers whose passions cut through the shadow and play both night and day with abandon. Wild cats with this tendency spend lots of time aorund the works of man, or spy on ohter animals to find out what makes them tick.
If you favor the Twilight, you may regain Willpower by uncovering a mystery, decoding a puzzle or creating some complex, expressive work of art.
Theurge: Lua Crescente
Nasci numa lua crescente crescente e isso me faz, pela mitologia de
Wherewolf: The Apocalypse, um Theurge.
Apesar de não ser muito favorável ao misticismo. O augúrio Theurge possui uma grande afinidade com a minha personalidade e por isso transcrevo um trecho do livro
Werewolf abaixo:
A Lua Crescente brilha como uma lâmina. À sua luz, o Theurge, o vidente dos Garous, faz sua paz com o mundo espiritual. Não há outro Garou que conheça uma sintonia maior com a Umbra. Nenhum outro Augúrio compartilha sua compreensão pelas trilhas e perigos dos Reinos Espirituais.
Os Theurges são guias tribais. À luz pálida de Luna, os Theurges espiam a escuridão dos mistérios interiores e exteriores. A irmã de Gaia os conduz através de jornadas místicas que poucos outros Garous poderiam seguir. Como os xamãs humanos das culturas indígenas, os lobisomens Theurges são reservados e misteriosos, tocados e segregados pelo conhecimento que adquiriram.
Os theurges costumam conviver mais frequentemente apenas entre seus iguais, murmurando para os espíritos, com pouco tempo para atividades mundanas. Esses videntes são os planejadores, pensadores, sacerdotes e visionários. Seus dons refletem uma compreensão profunda do mundo espiritual e do eu interior. Eles podem canalizar, curar ou ferir com a mesma graça. Sem eles, a tribo pode perambular sem destino até que a Wyrm os engula a todos. Seus colegas de matilha sabem disso, mas se mantém afastados. Quem sabe quando os conhecimentos sobrenaturais dos sábios poderão ser voltados contra eles?
Os espíritos deixaram sua marca nos Theurges. Eles são
tocados e mais do que um pouco esquisitos. Seu conhecimento é igualmente uma benção e uma maldição.
Honor your Silence
7 Razões para o Laconismo:
* O silêncio fortalece a palavra.
* As vezes se diz melhor calando.
* Informação é poder. O silêncio protege a Informação.
* O silêncio evita smalltalks.
* As pessoas raramente ouvem. Quando ouvem, raramente entendem.
* O silêncio aguça a percepção externa e o auto-conhecimento.
* O silêncio é a expressão do equilíbrio no vazio e no nihilismo.
Keirsey Temperament Test
Meu resultado no
Teste Keirsey de Temperamento foi:
Extroversion versus Introversion (E-I): I+6
Sensation versus Intuition (S-N): N+14
Thinking versus Feeling (T-F): T+16
Judgement versus Perception (J-P): P+2.
O que resulta no seguinte temperamento e temperamento variante:
Rational (NT) and
Architect: Rationals, being
abstract in communicating and
utilitarian in implementing goals, can become highly skilled in
strategic analysis. Thus their most practiced and developed intelligent operations tend to be marshalling and planning (NTJ organizing), or inventing and configuring (NTP engineering). And they would if they could be wizards in one of these forms of rational operation. They are proud of themselves in the degree they are competent in action, respect themselves in the degree they are autonomous, and feel confident of themselves in the degree they are strong willed. Ever in search of knowledge, this is the "Knowledge Seeking Personality" -- trusting in reason and hungering for achievement. They are usually pragmatic about the present, skeptical about the future, solipsistic about the past, and their preferred time and place are the interval and the intersection. Educationally they go for the sciences, avocationally for technology, and vocationally for systems work. Rationals tend to be individualizing as parents, mindmates as spouses, and learning oriented as children. Rationals are very infrequent, comprising as few as 5% and no more than 7% of the population.